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Qual é a importância da TI estratégica para o setor público

Qual é a importância da TI estratégica para o setor público

Órgãos governamentais podem se beneficiar com a gestão inteligente de ativos tecnológicos

Crescentes investimentos em tecnologia mostram que o setor público não está parado na agenda de transformação digital. As iniciativas do chamado Governo Eletrônico têm como objetivo central melhorar a qualidade dos serviços prestados ao cidadão.

Nesse cenário, a TI vem ganhando cada vez mais importância. Profissionais da área se tornaram vetores para a modernização de prefeituras, tribunais e outras entidades. Seu trabalho contribui para transpor a burocracia e consequente falta de eficiência da administração pública.

Para que todo o potencial estratégico da TI seja aproveitado, porém, não bastam servidores capacitados. É preciso ir além do meramente operacional, unindo tecnologia, pessoas e processos.

Se você quer entender qual é a importância de uma gestão inteligente de TI para os órgãos governamentais, continue lendo.

Tecnologia da informação no setor público

A iniciativa privada precisa da TI para obter competitividade no mercado e maximizar lucros. No setor público, porém, os desafios são diferentes.

Como mencionado acima, o gerenciamento de sistemas da informação no âmbito governamental exerce uma finalidade clara: otimizar o atendimento às demandas coletivas. Mas como isso é feito? Garantindo acessibilidade aos serviços digitais, prestação de contas ao público e, principalmente, transparência.

Seja qual for a atividade-fim da entidade, a TI agrega inteligência ao desenvolver soluções para o melhor aproveitamento dos seus ativos de tecnologia.

Existem alguns fatores que complexificam a atuação dessas equipes no setor público. Descontinuidade de projetos com a troca de governos é um deles, bem como as dificuldades impostas pelas normas de licitações e contratos na aquisição de infraestrutura.

Por que aderir à gestão estratégica

Transpondo os obstáculos existentes no setor público, entretanto, são inúmeras as vantagens do posicionamento estratégico em TI. Listamos três oportunidades de crescimento para as instituições que buscam aprimorar sua gestão na área:

Ganho de produtividade

Um dos principais problemas do nosso país é, sem dúvida, a lentidão da máquina pública. A gestão de TI tem capacidade para mudar este panorama à medida que propicia recursos para aumento de produtividade.

Imagine quanto tempo pode ser poupado com a automatização de processos repetitivos, feito o preenchimento manual de planilhas. Assim, o trabalhador consegue se liberar de tarefas facilmente realizáveis por máquinas e dedicar atenção a atividades mais importantes.

Outra possibilidade está em monitorar o uso dos computadores no ambiente profissional. Acessos a sites pessoais e desvios de função ao longo do expediente prejudicam, e muito, o rendimento das equipes. O diagnóstico desses descuidos é fundamental para entendermos quais práticas ocupam o tempo do funcionário e precisam ser corrigidas.

Mais segurança

Por armazenarem dados sensíveis da população, os órgãos governamentais devem redobrar cuidados com a segurança. A gestão estratégica de TI vai permitir uma postura preventiva diante das ameaças existentes, com análise de vulnerabilidades e mitigação de riscos.

Além dos perigos externos, como vírus e malwares, ainda é possível blindar as redes contra falhas humanas, como perdas e vazamento de arquivos.

Fora isso, o controle rígido do fluxo de informações que permeiam a rotina dos servidores permitirá tomadas de decisão mais rápidas e certeiras. Haverá, afinal, uma visão sistêmica do negócio.

Redução nos custos

Incerteza na alocação de recursos financeiros pode resultar em gastos extras. A aquisição desnecessária de equipamentos, por exemplo, pesa no orçamento de qualquer instituição.

Evoluir processos por meio da TI vai evitar esse tipo de custo, centralizando informações críticas que costumam estar dispersas.

Se você acompanha o desempenho do seu parque de máquinas, também fica mais simples de evitar surpresas desagradáveis. Dá para saber quando uma estação de trabalho precisa de manutenção ou upgrade, estendendo a sua vida útil. Fugir de multas por inconformidades técnicas em auditorias é mais uma vantagem.

Implantando na sua instituição

Agora que você já compreendeu a importância de uma TI estratégica para o setor público, tenho certeza de que está se perguntando por onde começar. Aqui vão duas dicas de ouro!

Alinhe seus objetivos

Pensando em estabelecer uma gestão estratégica, é imprescindível que a TI alinhe seu planejamento às diretrizes e aos objetivos da instituição na qual se encontra. Sua função, como já vimos, é alavancar melhores resultados.

Definir um modelo de governança de TI, processos de desenvolvimento e políticas de segurança é o próximo passo. A partir disso, são determinadas as ações para implantação das mudanças visadas.

Encontre uma solução

Gerenciar diversas ferramentas paralelamente não é nada estratégico. Um sistema que integre os benefícios citados ao longo deste artigo é o principal aliado das equipes de TI.

O NetEye consiste em uma solução completa que centraliza todas as informações da sua rede para cruzamento ágil de dados e estatísticas. Com ele, você gera relatórios e visualiza gráficos relativos aos computadores e usuários. Veja as principais funcionalidades oferecidas:

  • Inventário: Coleta informações sobre o seu parque de máquinas e promove gestão de licenças de software.
  • Monitoramento: Permite acesso remoto aos computadores conectados à sua rede, com visualização de telas em tempo real.
  • Segurança: Bloqueia pendrives, programas e sites. Registra documentos impressos e arquivos copiados.
  • Produtividade: Mede o tempo de utilização e de ociosidade de cada programa nas estações de trabalho.
  • Desempenho: Examina a performance dos computadores, realizando uma mapeamento da utilização do HD, memória RAM e CPU.

Entre as instituições que promovem uma gestão inteligente de TI com o NetEye, estão Inmetro, Tribunal de Contas do Estado do Acre, Companhia Riograndense de Mineração e Secretaria Executiva de Segurança Pública de Rondônia.

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